Gastronomia

“Orrevuá”

15/12/04

Por anos o vinho fez parte da minha vida. Ele me consolou, me alegrou, às vezes me deixou tonta, digo, mais tonta.

Escrever sobre ele foi muito bom, mas, como podem bem observar meus três leitores (não incluo aqui o Marcos, que tem que ler meus textos só para ver se eu não estou fazendo propaganda), sempre pendi mais para o lado da crônica. E é aos cronistas profissionais que eu quero ofender agora. 

Não poderia, porém, sair dessa categoria e entrar em outra sem antes agradecer de coração os comentários carinhosos a respeito da coluna, tanto àqueles enviados por e-mail como aqueles feitos pessoalmente.

Espero que vocês me acompanhem na nova coluna e continuem comentando, sugerindo ou criticando se for necessário.

Apenas não deixem de beber vinho, a não ser que seu fígado vos impeça, como no meu caso.

Antes de dar margem à más interpretações, quero esclarecer que não foi o vinho que acabou com uma possível doação de fígado, mas cinco malárias consecutivas.

Para fechar com chave de ouro a coluna, proponho um brinde virtual (e esse eu posso), com um espumante brasileiro (já que um champanhe francês, nem virtualmente eu posso abrir).

Um brinde! Ao carinho dos leitores, e à sua paciência também!

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