O Handré, um leitor lá de Fortaleza, enviou algumas sugestões para acompanhar vinho: uma roda de amigos de verdade, boa conversa, boa música e amor, em todos os tamanhos e sentidos.
Ele diz que vinho também vai muito bem como preliminar de uma noite de amor. Alguém duvida?
A Carla conta que já bebeu seu vinho preferido em uma praça, sob o sol, porque em casa estava muito frio, e da praça ela poderia ver o céu azul.
As três amigas que tomaram um vinho chileno debaixo de uma das torres da usina eólica não tiveram uma idéia original. O Marcos jura que já fez isso antes.
A Débora contou uma história engraçada sobre o triste fim de um vinho importado.
Como me disse o Groff certa vez, para escrever o escritor precisa incorporar a paranóia de que fala com o mundo. Mas para isso é necessário que do outro lado entendam a sua língua, captem sua freqüência.
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